E já não eram sós, ambos somavam entre si, não importava mais quem era a primeira ou a segunda pessoa, por que eles eram um só, e todos questionavam-se sobre quem seria o sujeito e quem seria o predicado. Quem se conjugaria no pretérito e quem renunciaria, ou seria, a forma “mais que perfeita”. Conjugavam-se de maneira irregular explicitando suas diferenças, reconhecendo os fragmentos e os complementos. Buscavam a medida certa. E assim, reconheceram-se juntos, sem necessidade de mais nada para se completar, por que juntos, eles transbordavam.
- O Teatro Mágico.   (via poetaprimario)
hipihipiurra:

Ah! Como isso é verdade.
E você não faz ideia do quanto você me faz bem :)

hipihipiurra:

Ah! Como isso é verdade.

E você não faz ideia do quanto você me faz bem :)

Não podia suportar a ideia de nunca mais escutar esse riso.
- O Pequeno Príncipe.  (via p-alavriar)
thefingerfucker:

mr-dalliard-ive-gone-peculiar:

whalesam:

toomuchtaylor:

Newest tattoo!
It’s on my left forearm. It’s a note my mom left me the night she died. Here’s a side-by-side shot of the two.

Deserves every note.

I cried and then I reblogged

forever reblog

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